segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Curso Acessibilidade e Cultura no SESC Vila Mariana

Apresentação de temas atuais sobre as relações sociais, as pessoas com deficiências e a cultura.

da Redação
Curso composto pelos seguintes tópicos:

Dia 27 - Acessibilidade, Cultura e Inclusão com Marta Gil e convidados.

Dia 28 - Museus e cultura para Pessoas com Deficiência com Viviane Sarraf

Dia 29 - Audiodescrição e o acesso à programação cultural com Lívia Maria Villela de Mello Motta.

Dia 30 - O guia digital "Acessibilidade Cultural”com Camila Benvenuto e convidados.
Haverá tradução português-libras-português.
Faixa etária: não recomendado para menores de 16 anos.
Preços:
R$ 15 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo, matriculado no Sesc e dependentes)
R$ 30 (usuário inscrito no Sesc e dependentes)
R$ 60 (outros)
Inscrições em todas as unidades do Sesc SP e pelo Portal sescsp.org.br/centrodepesquisaeformacao/
Data/horário: De 27 a 30/11, terça a sexta, das 14h às 18h. Dia 1/12, visita a uma programação da Virada Inclusiva, o horário será definido durante o curso. Dia 4/12, terça, das 14h às 16h
Local: Centro de Pesquisa e Formação - Rua Pelotas, 141, Torre A, 5º andar - Sesc Vila Mariana
informações completas em http://www.rinam.com.br/ e no site do SESC


Fonte: Rede Saci
São Paulo - SP, 15/10/2012

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pessoas com deficiência em protesto reúnem-se com Governo

Estão desde ontem junto ao Parlamento.

da Redação
O Movimento (d)Eficientes Indignados, que promove a concentração desde terça-feira junto ao Parlamento, reuniu-se ontem com vários representantes do Governo na área da deficiência, do Emprego e da Saúde para discutir questões que levaram ao protesto, noticia a Lusa.
A reunião surgiu por iniciativa do secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, e conta também com a participação de representantes de outras associações de deficientes em Portugal assim como dos presidentes dos institutos de Segurança Social e da Reabilitação.
O encontro, segundo fonte do ministério, decorreu na sala do Governo, na Assembleia da República.
O Ministério da Solidariedade e da Segurança Social (MSSS) anunciou ontem um segundo reforço de 2,5 milhões de euros para as ajudas técnicas e produtos de apoio na área da deficiência. Na segunda-feira, véspera do protesto do Movimento (d)Eficientes Indignados, o mesmo ministério já tinha anunciado um reforço, em um milhão de euros, aumentando a verba inicial para 9,5 milhões de euros.
Os portadores de deficiência concentrados junto ao Parlamento desde terça-feira consideram uma vitória o novo reforço das verbas, mas lamentam que Governo só tenha reagido depois de mostradas as condições miseráveis em que muitos vivem.
"Isto é claramente uma vitória para os cidadãos com deficiência. Agora, não se percebe porque é que o Governo não anunciou logo o aumento [total] de 3,5 milhões euros", criticou em declarações à Lusa Jorge Falcato Simões, um dos responsáveis pela vigília de protesto.
"É uma atitude reativa", criticou este responsável, salientando que o Governo, numa primeira reação, quis esvaziar a ação de protesto de terça-feira ao anunciar na segunda-feira (véspera da vigília) o reforço dessa verba, em um milhão, e hoje outro novo reforço de 2,5 milhões.
Segundo anunciou ontem o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, o valor dessas ajudas poderá chegar ainda aos 4,5 milhões de euros até ao final do ano.
Cerca de 15 pessoas decidiriam, na terça-feira, pernoitar naquele local, alguns em cadeiras de rodas, outros em macas, á espera que o Governo e outros responsáveis políticos ouvissem as suas reivindicações e preocupações.
Jorge Falcato Simões adiantou que durante a tarde de ontem alguns membros do Movimento foram recebidos pelas deputadas do PSD Maria das Mercês Borges e Maria da Conceição Jardim Pereira.
Falcato Simões adiantou que o Movimento decidiu prolongar o seu protesto em mais dois dias e marcar uma conferência de imprensa na quinta-feira.
O montante global disponível para o financiamento às ajudas técnicas e produtos de apoio na área da deficiência é partilhado entre três entidades, designadamente pelo Ministério da Economia e do Emprego, pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério da Solidariedade e da Segurança Social.


Fonte: TVI 24
04/10/2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dispositivos eletrônicos auxiliam estudantes com deficiência auditiva

Estudantes com deficiência auditiva das redes públicas de ensino contam com novo equipamento para facilitar o aprendizado.

da Redação
Estudantes com deficiência auditiva das redes públicas de ensino contam com novo equipamento para facilitar o aprendizado. Trata-se de um conjunto formado por um pequeno chip emissor, na forma de microfone, usado pelo professor, e um receptor para o aluno.
O dispositivo adota o sistema de frequência modulada (FM) para filtrar a voz do professor e eliminar os ruídos da sala de aula, de maneira a potencializar a acessibilidade acústica dos usuários de aparelhos de amplificação sonora e implante coclear (dispositivo eletrônico, parcialmente implantado, para proporcionar sensação auditiva próxima à fisiológica).
O projeto-piloto para uso da nova tecnologia, iniciativa da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, tem a participação inicial de 200 estudantes de 80 escolas das cinco regiões do País. “Queremos proporcionar um documento de orientações para expandir o atendimento. Esperamos, a partir de 2013, já atender a educação infantil”, explica a diretora de políticas de educação especial da Secadi, Martinha Clarete Dutra dos Santos.
Segundo ela, este primeiro momento será de monitoramento e avaliação dos impactos pedagógicos para os estudantes. As instituições de ensino foram selecionadas pelas secretarias estaduais de educação.
Mais informações:
http://www.mec.gov.br/
0800 616161


Fonte: Max Press Net
03/10/2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cego, brasileiro destrói limites, surfa em Pipeline e ganha telas de cinema

Derek Rabelo, que já dividiu ondas com gente como Kelly Slater, Gabriel Medina e Mick Fanning, será o protagonista do documentário 'Além da Visão'

João Gabriel Rodrigues
Bruno Lemos viu aquele menino com deficiência visual entrar em uma igreja no Havaí e lamentou. “Eu pensei: ‘Que pena um rapaz cego aqui, não vai conseguir ver e curtir a beleza local’”, relembra. Mas não demorou para que o garoto provasse que sabia aproveitar aquele pedaço de paraíso como ninguém.
Apresentado ao capixaba Derek Rabelo por amigos em comum, o fotógrafo se impressionou com a história daquele jovem de 17 anos que lutou contra o preconceito para aprender a surfar. Anos mais tarde, depois de ter dividido ondas com gente como Kelly Slater, Gabriel Medina e Mick Fanning, o rapaz é o protagonista do documentário "Além da Visão", que está sendo filmado por Bruno e por Luiz Werneck, ainda sem data para estrear.
A história de Derek conquistou o mundo do surfe rapidamente. O menino, hoje com 20 anos, nasceu cego em Guarapari, filho de um casal apaixonado pelo esporte. Tanto que recebeu seu nome em homenagem ao havaiano Derek Ho, campeão mundial em 1993. E, com o tempo, foi perdendo o medo do preconceito para que pudesse realizar o sonho de aprender a surfar.
- Eu sempre morei perto da praia, minha família toda surfava. Chegou um momento da minha vida que eu quis surfar, quando tinha 17 anos. Eu sabia que a galera estava indo surfar e ficava na vontade. No início, foi meio complicado, estressante. Eu tentava surfar todo dia, o treinador ficava sempre à disposição. A galera me dava muita força, incentivava. E eu consegui – disse o surfista, em entrevista por telefone.
Foi quando começou a nutrir sonhos maiores. Incentivado pelo amigo Magno Oliveira, um dos principais nomes do bodyboard nacional, Derek quis conhecer o Havaí. Melhor: queria surfar a Pipeline, conhecida por ser uma das maiores e mais perigosas ondas do mundo. Tirou o visto americano e embarcou. E, mesmo em um lugar por vezes avesso a surfistas estrangeiros, conquistou a confiança e a simpatia local para atingir um feito até então impensável.
- Pipeline foi a bênção de Deus na minha vida, fiquei “amarradão” em fazer isso. Foi uma situação muito diferente, água quentinha, altas manobras. O pessoal do Havaí me deu muita força, gostaram da minha história e deram paz para que eu pudesse surfar a Pipeline. Foi um momento muito maneiro também - explica Derek, que precisa da ajuda de outro surfista para orientá-lo, gritar e empurrá-lo na hora exata de entrar na onda.
Derek ganhou as páginas dos jornais e foi protagonistas de matérias na televisão havaiana. Sua história circulou o mundo e ganhou fãs de peso, como Slater e Fanning, que logo quiseram conhecer o "brasileiro cego que havia surfado a Pipeline".
Foi nessa época que Derek se encontrou com Bruno. O fotógrafo, que se mudou para o Havaí em 1991, aos 21 anos, se impressionou com a força do menino. E, já com a ideia de se arriscar pelo cinema, pensou em “adotar” o capixaba como protagonista de seu documentário. Chamou o amigo Luiz Werneck, já com experiência cinematográfica e na televisão, e começou a gravar em locações como Rio de Janeiro, Espírito Santo e, claro, Havaí, mesmo sem garantias de lançamento. Lançou um vídeo de pouco mais de três minutos no "You Tube", que, em poucas semanas, teve quase 500 mil visualizações. O que o motivou a dar sequência ao projeto, que já tem um trailer, com depoimentos de gente como Carlos Burle, Evandro Mesquita e Gabriel, o Pensador (clique aqui para assistir).
- Quando nós colocamos o Derek na frente da câmera e começamos a entrevistá-lo, vimos que a sua história era realmente incrível e achamos que tínhamos em mãos um grande potencial para fazer um bom documentário. Mas o filme não poderia ser somente sobre ele. Resolvemos, então, tentar mostrar um pouco de como os deficientes visuais “enxergam” o mundo e como eles vivem. Mas, ao mesmo tempo, não queríamos fazer nada muito “profundo” ou “melancólico”. Queríamos fazer algo alegre e que pudesse vir a motivar e servir de exemplo para todos – disse o diretor.
Nos últimos dias, a equipe aproveita a etapa de Trestles do Mundial para gravar mais algumas cenas. Derek, inclusive, participou da transmissão via internet do campeonato. Conversou com o ídolo Taj Burrow e ouviu uma série de elogios do australiano.
- Ele é muito mais talentoso que eu. Está conseguindo coisas sensacionais, merece muito estar onde está e ainda mais – disse o surfista.
Derek, então, fez o pedido:
- Quero dividir uma onda com você – falou o garoto.
Bruno espera que a história de Derek possa incentivar outros meninos, com ou sem problemas a praticar esportes.
- Na verdade, no início, nós imaginamos que isso seria uma das coisas principais que iriam acontecer. Mas com o passar do tempo, percebemos que o “ efeito Derek” estava atingindo todos os tipos de pessoas, independentemente da idade, da classe social. O que mais vimos até agora foram pessoas “normais”, atletas, pessoas famosas, virem até nós para dizer que ficaram extremamente tocados e motivados a realmente tentar mudar de atitude em relação à maneira que eles vivem e da maneira que enxergam a vida.
Os diretores, no entanto, ainda esperam apoio para finalizar o projeto. Bruno tem, inclusive, a cena perfeita para encerrar o documentário.
- É o meu primeiro filme como diretor. E eu quero um final bem emocionante. Estamos tentando fazer sem orçamento até agora, só nos preocupamos em contar a história. Mas estou tentando trazer os pais dele para Pipeline. Queria que eles o vissem entrando em Pipeline. Sempre sofreram muito com discriminação. Tiveram problemas para colocá-lo na escola, em campeonatos de surfe. Foi uma vida sofrida. E os dois gostam muito de surfe. Tanto que deram o nome dele em homenagem ao Derek Ho, que participa do filme. Queria colocá-los na mesma onda em Pipeline, com os pais vendo. Seria um final legal – afirmou o diretor.


Fonte: Globo Esporte
27/09/2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Peça de Nelson Rodrigues com audiodescrição

O “Amigos pra Valer!” numa parceria e apoio do SESI e Ver com Palavras tem o prazer de convidá-los para a peça: A FALECIDA,

da Redação
Data: 04 de outubro (quinta-feira).
Horário: 20h
Local: SESI, Avenida Paulista 1313 (próximo ao metrô Trianon).
Garanta seu convite. Serão 50 lugares.
amigospravaler@amigospravaler.org
Cel.: 99594-9875


Sobre a peça: Considerada um marco na obra de Nelson Rodrigues, a peça A Falecida, em cartaz no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, retrata em três atos a vida de Zulmira, uma pobre mulher frustrada, doente e sem perspectivas em sua vida. Mesmo tuberculosa, ela ainda consegue alimentar sua ambição por um funeral de luxo. Sua pretensão é resultante do ódio que sente pela sociedade abastada e por sua prima e vizinha Glorinha, por quem é ignorada. Tendo-a como adversária, Zulmira chega a ficar feliz ao saber que a seriedade de sua prima decorre de um câncer. Tuninho, marido de Zulmira, é um desempregado que passa o tempo no bar bebendo e falando sobre futebol com amigos.
Incumbido pela esposa de arrecadar o dinheiro para seu enterro, ele demonstra que seu interesse pelo time do coração, somado à boemia, vai além do amor por Zulmira. O enredo é essencialmente uma amostra irônica e debochada da vida como ela é, bem como a sordidez humana e sua capacidade de inventar verdades e ocultar mentiras.

Fonte: Rede Saci
24/09/2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

CNH: deficientes auditivos podem fazer prova

Hoje, surdos-mudos fazem o exame em português; mudança deve entrar em vigor até o fim do ano no DF, prevê Detran.

da Redação
Após anos de espera, os brasilienses com deficiência auditiva poderão fazer prova em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para tirar o CNH (Carteira Nacional de Habilitação). O Detran-DF (Departamento de Trânsito do DF) espera que, ainda este ano, passe a usar a linguagem dos surdos-mudos nos exames teóricos para tirar carteira de motorista, que atualmente são aplicados apenas em português.
A novidade foi celebrada pela Apada-DF (Associação de Pais e Amigos dos Surdos do DF), que há anos luta para conseguir que os órgãos públicos adaptem provas e atendimentos aos deficientes. “Nós pressionamos a direção do Detran há tempo, assim como outros órgãos que oferecem intérpretes, mas ainda não fazem material específico para os surdos”, fala Marcos de Brito, coordenador do curso de Libras da associação.

A deficiente auditiva Maria Pedrivânia Batista, 33, conseguiu a aprovação no teste teórico e agora faz aulas práticas para obter a habilitação. Ela é aluna do instrutor de direção Diógenes de Oliveira Costa, 36, que desde 1999 dá aulas para alunos surdos.

Por meio do intérprete, Vânia, como gosta de ser chamada, acredita que a mudança vai ser boa para todos, porque permite a dissociação do português e da Libras. “Passei [no exame], foi tranquilo, porque me dediquei. Mas, quando tinha alguma palavra complicada precisava chamar o fiscal e pedir ajuda”, conta ela.

Barreira
O coordenador da Apada explica que a dificuldade é enorme para os surdos fazerem o exame. “Uma palavra como núcleo, usada em ‘núcleo de trânsito’, tem vários significados, mas, para eles, a primeira coisa que conseguem imaginar é a parte química, ligado aos átomos”, diz. Marcos acrescenta que ao ler a prova eles buscam imagens na mente para tentar responder. “A semântica e a realidade são muito diferentes”, afirma.

Diógenes reforça que a nova prova vai facilitar para os alunos. “Eles ainda têm muito dificuldade e acabam sendo reprovados várias vezes.” Mas, por precaução, o instrutor ainda não havia dado a notícia aos novos alunos. “Se por acaso não acontecer logo, eles vão ficar frustados”, diz.


Fonte: Band
21/09/2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Museu Nacional da Imigração e Colonização de Joinville oferece o curso Educação Patrimonial e Acessibilidade: dilatando a função social do museu

O objetivo é democratizar o acesso a bens patrimonializados por meio de ações educativas voltadas a acessibilidade.

da Redação
O Museu Nacional de Imigração e Colonização durante a 6ª Primavera dos Museus, que será realizada entre 24 e 30 de setembro e tem como tema A Função Social dos Museus – em homenagem aos 40 anos da Declaração da Mesa Redonda de Santiago do Chile, realizada em 1972, se propõem a discutir temáticas ligadas a acessibilidade.
A opção por tal temática remete a uma preocupação que vem norteando as ações educativas dentro do museu. Essa proposta integra o projeto “Educação Patrimonial e Acessibilidade – Museu Nacional de Imigração e Colonização, Patrimônio Cultural Brasileiro” que vem sendo estruturado desde 2011. O projeto em desenvolvimento vem oferendo subsídios para que as ações de educação patrimonial e a fruição do espaço museal se torne cada vez mais acessível.
Objetivos do curso:
• Promover a sensibilização de profissionais que atuam em museus e na educação;
• Ofertar novas possibilidades de fruição do espaço museal, pautando-se em ações educativas voltadas a acessibilidade;
• Fomentar o acesso a informações e conceitos que se apoiam na temática da acessibilidade;
• Refletir sobre a defesa e ampliação da acessibilidade em espaços públicos e privados;
• Estimular ações de acessibilidade nos espaços e instituições em que os participantes estão inseridos;
PROGRAMAÇÃO
Módulo 1: Comunicação em Libras – Saúde auditiva.
Sub-tema: Entendendo a audição e convivendo com a pessoa surda.
Objetivos:
• Conhecer a anatomia do sistema auditiva, entender seu funcionamento - sistema todo, habilidades auditiva, conhecer as tecnologias existentes para as pessoas que não ouvem bem e como é a reabilitação fonoterápica.
• Entender como promover a adaptação à pessoa com surdez e estimular essa convivência;
Data: 27/09/2012
Horário: 08:00 às 12:00
Local: Auditório Amunesc - Associação dos Municípios do Nordeste de Santa Catarina. (Rua Max Colin, 1843)
Ministrantes: Patrícia Pacheco – Centro de Referência Prefeito Luiz Gomes e Juliana Cipriano – Casa de Inclusão - Sesi.
Módulo 2: Mobilidade reduzida
Sub-tema: Universalização dos Espaços
Objetivos:
• Entender as especificidades de cada tipo de deficiência na relação com o
Patrimônio Cultural;
• Capacitar os técnicos para visitas monitoradas;
• Criar instrumentos para a qualificação física e eliminação de barreiras no Patrimônio Cultural.
Data: 28/09/2012 (matutino e vespertino)
Local: Auditório do Sindicato dos bancários – Rua Itajaí, nº 410.
Horário: 08:00 às 12:00 e 13:30 às 17:30
Ministrante: Mário Cezar da Silveira.
Módulo 3: Baixa visão e não-videntes
Sub-tema: Acessibilidade Cultural para Pessoas com Deficiência Visual: Comunicação sensorial e audiodescrição.
Objetivos: Apresentar teorias em torno da pessoa com deficiência visual e as formas de inclusão cultural e comunicação acessível.
Data: 02/10/2012 e 03/10/2012
Horário: 08:00 às 12:00
Local: Auditório Amunesc - Associação dos Municípios do Nordeste de Santa Catarina. (Rua Max Colin, 1843)
Ministrantes: Viviane Sarraf – Museus Acessíveis e Osmar Pavesi - Casa de Inclusão – Sesi; Biblioteca Municipal Rolf Colin.
Público alvo:
* Educadores, monitores e demais técnicos da Fundação Cultural de Joinville;
* Professores da rede pública de ensino;
* Demais membros da sociedade civil;
Carga Horária: 20 horas
GRATUITO
Inscrições e Informações: (47) 3433-3736 e pelo e-mail: educativomnic@joinvillecultural.sc.gov.br


Fonte: Rede Saci
Joinville - SC, 18/09/2012